Medo é ter de não te querer mais, de não poder amor do que um toque... É descobrir o significado mais profundo do sentimento que há em nós... O coração em silêncio grita a senbilidade que despertou você; pela fuga em que sempre estive ao encontrar a verdade nunca dita... Ao teu falar repousam as linsojuras dum afago, adiante quero: o aperto do teu abraço para vestir-me de manhãs alegres... Medo é ter que não sorrir com os olhos quando minha boca pensa os teus beijos, e para cada um deles, esquece-se que se sabiam os hibiscos... É reiventar a palavra, o sentido mais claro se perde nas novidades feitas ao lado teu, seguir com a vontade, livre e despegada... Faço sala as juras que insistem me cercar, falo faça enquanto usas tempo passa a me amar, textos ganham mas que notem em vidas nossas somos lar... De onde vinhemos sabíamos que escrever parte da alma com o partir da alva fez-nos juntos e só queremos!
Autor: Rafael Noronha
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