Neste blog procura-se discorrer, conceitualmente, sobre assuntos relacionados a política, psicologia, teologia e cultura, além de abrir passagem para a poesia.
terça-feira, julho 29, 2025
Que relações são estas?
Poderíamos discorrer, profundamente, acerca de inúmeros argumentos e conceitos, ideologias da informação e assim ir adiante, quando falamos do amor de Cristo e homossexualidade, mas... Pensei em algo, porém, primeiro, quero dizer que respeito a escolha sexual que cada um deseja fazer, e que não trago comigo qualquer tipo de preconceito e/ou muito menos discriminação, pois entendo a "instituição igreja, e que se não quer se adequar à ela (digo ser membro do corpo de Cristo), é impreterível que escolha, 'livremente', quais ensinamentos seguir, uma vez que - cito - "não há pensamento[s] que seja[m] imune[s] às influências ideologizantes de seu contexto social" (cf. BERGER e LUCKMAM, 1973, p. 22). Entendo que, do ponto de vista teológico/criacionista, esta seria uma das formas, sob as quais, é possível refletir sobre o tema em pauta, e, de modo obstinado à causa, arguir uma questão, ao contrário de uma afirmação, sendo esta: qual patriarca, juíz, sacerdote, legislador, rei, profeta, apostolo ou qualquer outra função/posição em que algum personagem biblico, dá testemunho, assegura ou assume a homossexualidade como parâmetro instituido por Deus? Portanto, quando se pretende discutir o amor de Jesus com o de pessoas do mesmo gênero sexual, as relações objetais são confundidas com as relações de objetos parciais.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Pensar é viver, por isso viva neste blog!