Ofereça-me a tua história, mais que um segundo apenas, para quem de feito, replique-se sujeito dela - invente, das lembranças, passados redarguidos, e viva, borboleteios, do futuro que se vai. Que seja o último ponto da derradeira frase; quiça uma só crase atinja, e o roteiro de qualquer uma das tuas fases fazer-me-ia em vida e o que mais importe. Em direção, dar-te o tempo concebível ao enlevar-se por imcumbência do notar ser. Preferivelmente aos pés das horas existes em não notar as assinaladas que dão prazer a respiração. Da tua história sou!? Não te alongues a oferecer-me, tampouco te atentes aos desmazelos desta vida, pois caso não percebas, estou em cada verso seu. Intemporalidade em concordância somos, você e eu! A cada letra igual vai tomando forma nossos dois pontos iguais: dissemelhantemente, são tantas as histórias com começo, meio e finais, e as de linhas retas e tortas equivalence ao respeito pretencioso de que possamos ser: HISTÓRIAS NOSSAS! Ofereça-me a tua história e entendamos, do capítulo obscôndito, o eu que fui sem que soube.
Autor: Rafael Noronha
axai tecnologia
Neste blog procura-se discorrer, conceitualmente, sobre assuntos relacionados a política, psicologia, teologia e cultura, além de abrir passagem para a poesia.
terça-feira, julho 29, 2025
Diálogos (Poesia)
Barulhos gritam seu nome, corro como fosse o meu - a espera da tua voz, ouvidos pensam. O silêncio produz sua fala, diálogos quer quais insisto em resistir; sozinho é o mesmo que junto - nem tão perto sentirei. Distantes, entrementes audíveis, separados, lapso da aproximação, ver-te posso irremediavelmente ao encontro da solidão.
By:Rafael Noronha
Image:Rafael Noronha
Claras (Poesia)
Esgaravatei no aprender das luzes - deslindar - fazer assim...
Arredei atinente feixe à tonalidade mais explícita; por minuta dos meus olhos, brilham as formas turvas.
Fostes silhueta, companhia, ora longe, nas horas tuas, em noites claras, namorando a dúvida.
Luminosa apagada, causadora vicinal do encontro - foi.
Autor: Rafael Noronha
Arredei atinente feixe à tonalidade mais explícita; por minuta dos meus olhos, brilham as formas turvas.
Fostes silhueta, companhia, ora longe, nas horas tuas, em noites claras, namorando a dúvida.
Luminosa apagada, causadora vicinal do encontro - foi.
Autor: Rafael Noronha
Descasos (Poesias)
Saio as honras caseiras, De onde a flor tirou a dor, plácida "voluntad" tua, Que das ruas disse o homem E não se cansou.
Pleonasmo vicioso (Poesia)
Autor: Rafael Noronha
Tálamo (Poesia)
Somos juntos mais do que estivéssemos; sou os teus versos de confissão; pudera vestir o branco da lua, se reunir em meus olhos... Por quem de todo o sempre seremos: meu de ti, tu de minha, a razão dum para o outro; de dourado aos círculos nos circundemos.
Autor: Rafael Noronha
Autor: Rafael Noronha
Sinal (Poesia)
Pensante e aprendiz, da aquarela à romagem... aos sons... aos quadros... Auferir em limitado, mais do que a tinta, são os meus braços por pedaços de papel, por um bocado de: sinta; quisera baste a imaginação. Onde está a mestria? No instrumento pelo qual se fere a arte ou na pureza da força que se exerce sobre ele? O amor é teu porque me destes - meu porque te quero - talvez dele porque nos conhece! Seja nossa - a moldura das nuvens!?
Autor: Rafael Noronhad
Autor: Rafael Noronhad
Infindável (Poesia)
Nada do que é em sua totalidade pode ser o mais completo de suas finitudes...
Autor: Rafael Noronha
Autor: Rafael Noronha
Ao te lembrardes (Poesia)
Sem a dúvida a certeza seria meramente dúvida e nada do que foi será. Quantas vezes é ela quem te faz acreditar? Se dúvidas pensas, e se pensas, logo tens certeza. A certeza de que esquecer não é apagar; a convicção de que esquecer é lembrar! Não se lembra da dúvida, da indecisão ou do medo, mas se esquece da certeza, da escolha e da coragem por saber o que quer!? Quando quer-se esquecer é dúvida, a certeza de lembrar é vontade. Se se faz lembrar momentos da vida eles não foram, ficaram as dúvidas, se é que podes esquecê-las... Em nossas memórias nada se perde, nada se cria, porque é até na hesitação, certamente, que te lembras em demasias... Para esquecer-se precisas lembrar de quem tu es, como houve e por onde serás. Para esquecer-se deves decidir sobre ser infalibilidade notável ou apenas a objeção que ninguém conhece... Na dúvida, mantenhas a certeza, pois se es certezas fostes muitas dúvidas por acreditar: no amor - o amor que somos!
Autor: Rafael Noronha
Autor: Rafael Noronha
Poesia e coragem (Poesia)
Autor: Rafael Noronha
Somos lar (Poesia)
Autor: Rafael Noronha
Corte de 30% de verbas direcionadas as universidades federais brasileiras.
Autor: Rafael Noronha
Não mais (Poesia)
Autor: Rafael Noronha
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