para que dum belo dia se fizesse nos conhecer.
Eram TODOS quais passavam em nossos olhos, sem o brilho, a necessidade de tamanha beleza.
Das ranhuras grosso modo - é mais que ponto - e na manhã que existiu,
as flores testemunhavam PASSOS leves com perfume de alecrim.
Desde que se soubesse DA VONTADE nunca deixe-a partir,
como se por ela fosse feita a novidade é estar presente.
Curiosidade fomos - gestos - quando POR PALAVRAS ainda a distância entre nós,
e no acaso em que estávamos, nossos lábios redigiram o comentar.
Logo o coração visto NO TEU PENSAR de que pudêssemos ser,
buscou-nos no abrir da porta a imagem um do outro.
De pronto uma pergunta, E O sol, pelo SORRISO da resposta na ponta da
língua - arrivederci 'pras Marias'...
A conexão fora o bastante ENTRE uma tecla e outra muito mais a interrogação que de um convite se fazia.
Voar pela madrugada onde SEGREDOS se abriam foi-se a primeira vez depois que o fim teve início.
Mentes desconhecidas DE VERDADES para jamais ultrapassar a linha tênue
do contato em que se davam as emoções, derivação do agora - somos!
Supunha atravancar medidas POSTAS ao desentendimento da tua procura para que reatássemos o
silêncio em meio as dúvidas.
Da ternura descabida o sim foi recomeço, logo no momento em que as ideias assistiam A ACEITAÇÃO.
Pela timidez o nervosismo de saltar com a força do vento QUE nos
levara aos lugares altos donde nos SENTÍAMOS mais que vistos.
NO ABRAÇO a sensibilidade da ação a espreita de como deveríamos estar,
mais em nós do que em tudo fomos sinceridade natural.
Alimentar A ALMA pelo que os olhares diziam em tudo aquilo que não podia ser ouvido,
e com o estremecer do toque, bocas namoraram.
E o sorriso que quisera conceber tratou de propor realidade a emoção,
nele a pergunta inquietante FORA FEITA ao coração que acelerou.
DO AMOR que os lençóis claros observaram - tônica de prazer - a respiração revelava
formas de sermos nossos para que o amanhã não existisse, pois ele RESISTE EM NÓS E FICA.<.br />
Autor: Rafael Noronha
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